quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Como colocar menu no blog

Os blogs são páginas extremamente dinâmicas, pois o conteúdo gira muito rápido, principalmente por causa do formato da interface: as publicações mais recentes aparecem no topo, escondendo as mais antigas.
Essa organização por vezes faz com que um post superinteressante seja deixado para trás e isso irrita profundamente qualquer dono de blog. Para resolver essa situação e aproveitar melhor o conteúdo da página, a inserção de um menu pode ajudar a deixar os textos principais em destaque e sempre à mão do leitor. Confira os passos deste tutorial para saber como fazer isso.

Utilize um menu para organizar o conteúdo do blog

1. Para começar, faça o login no Blogger e escolha o blog que você deseja alterar;
2. Acesse as opções adicionar do blog e selecione o item “Layout”;
Blogger: como criar um menu para o seu blog
3. Quando o layout da página for aberto, em várias partes dela aparece a opção “Adicionar um Gadget”. Escolha em qual desses lugares você quer colocar o menu e clique sobre a função indicada;
4. Ao fazer isso, o Blogger abre uma lista de gadgets para você inserir. Dentro da divisória “Noções básicas”, escolha o item “HTML/JavaScript”;
Blogger: como criar um menu para o seu blog
5. Assim que esse gadget for escolhido, uma tela de edições é aberta. No campo nomeado como “Conteúdo”, insira o seguinte código:
<div id=”menu”>
<ul>
<li><a href=”link1″ title=”titulo1″>Pessoal</a></li>
<li><a href=”link2″ title=”titulo2″>Telefonia</a></li>
<li><a href=”link3″ title=”titulo3″>Viagem</a></li>
<li><a href=”link4″ title=”titulo4″>Ensino</a></li>
<li><a href=”link5″ title=”titulo5″>Barbadas</a></li>
</ul>
</div>
6. Onde está escrito “link 1”, “link 2” e assim por diante, coloque o endereço da página ou do post que você quer linkar. Após “título 1”, onde está escrito “>Pessoal<” neste caso, digite o nome que o menu vai receber. Para este tutorial, colocamos o título “Tecnologia” para servir como exemplo, mas você pode utilizar o qual quiser;
Blogger: como criar um menu para o seu blog
7. Ao terminar as edições, clique em “Salvar”. Quando você for redirecionado novamente para a página do Blogger, clique em “Salvar organização” para que as mudanças sejam aplicadas no blog;
Blogger: como criar um menu para o seu blog
8. A partir de então, é possível visualizar um novo menu na página do seu blog. Utilize-o para organizar melhor o conteúdo da página e para dar destaque maior aos posts que você considera mais importantes.
Blogger: como criar um menu para o seu blogAmplia

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Botão imput: Mostrar/Ocultar texto

Se seu texto estiver muito grande e não há jeito de resumi-lo, coloque um botão que esconde o texto, ou qualquer conteúdo. Clicando nele o texto se abre.

Demonstração:

<div class="pre-spoiler">
<input id="xs" value="Leia Mais" onclick="if (this.parentNode.parentNode.getElementsByTagName('div')[1].getElementsByTagName('div')[0].style.display != '') { this.parentNode.parentNode.getElementsByTagName('div')[1].getElementsByTagName('div')[0].style.display = '';this.innerText = ''; this.value = 'Ocultar'; } else { this.parentNode.parentNode.getElementsByTagName('div')[1].getElementsByTagName('div')[0].style.display = 'none'; this.value = 'Abrir Texto ';}" type="button"> </div>
<div>
<div class="spoiler" style="display: none;">
Seu conteúdo escondido vem aqui!</div>
</div>
Coloque este código em um gadget de HTML/JAVASCRIPT, ou no HTML da postagem.
A parte em vermelho do código representa o conteúdo que ficará escondido e depois será mostrado.
Em roxo, é o texto do botão enquanto o conteúdo ainda não foi aberto. 
Em verde, é o texto do botão para esconder o texto enquanto ele estiver aberto.
Em azul, é o texto do botão quando o conteúdo está escondido e já foi aberto

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

ps2 online editar e criar configurações de internet

como jogar jogo de xbox no playstation

Vamos dançar?

Nova foto

virus

Banner gratuito (super fácil)

Ola amigos eu descobri um jeito super fácil para criar seu banner clique aqui e faça oque se pede(nome do seu site/blog,URL da foto) e pronto pegue e o código e coloque no seu blog com um Gadget de HTML/javascript colo o codigo e pronto

Além de Apple e Samsung: há espaço para outras fabricantes crescerem?

A década de 2010 já está chegando quase na metade. E, pelo menos no mercado de tecnologia, o ano de 2014 vai começar da mesma forma que os últimos: com a Apple e a Samsung brigando pelos melhores postos no mercado internacional. Mas onde estão as outras empresas que fizeram parte da história na década passada? Onde estão as fabricantes que eram líderes indiscutíveis?
Várias delas viram a Apple voltando a arrebatar fãs com a Era Portátil, ao mesmo tempo em que viram a Samsung conquistar terreno em diversas frentes — que partem desde o segmento de smartphones e vão até o mundo dos televisores, passando por diversas outras prateleiras das lojas de eletrônicos; sem citar os investimentos em tecnologia naval e muitos outros ramos, por exemplo.
Será que isso vai continuar dessa forma por muito tempo? Será que ainda há espaço para outras fabricantes crescerem — ou voltarem a ser grandes? Encontrar a resposta exata para isso é difícil, mas podemos fazer algumas análises bem interessantes para tentar encontrar uma previsão bem embasada. Está curioso para saber como isso pode acontecer? Então confira agora mesmo as nossas impressões.

Aviso às concorrentes: o mercado está dominado

Em 2007, a Apple colocou a primeira geração dos iPhones no mercado norte-americano. Aquele não era o primeiro smartphone da história, mas foi o primeiro a fazer com que os consumidores realmente pensassem que os celulares comuns deveriam ter funções diferentes. Em 2010, a empresa fez o mesmo com os tablets, pois mostrou o iPad e fez com que muitos quisessem um novo tipo de tecnologia.
Além de Apple e Samsung: há espaço para outras fabricantes crescerem? 
(Fonte da imagem: Divulgação/Apple)
Mesmo não “inventando segmentos”, a empresa de Cupertino é conhecida por reconhecer bons momentos no mercado e também por fazer com que os consumidores percebam as novas necessidades. Foi dessa forma que ela conseguiu atingir a liderança do mercado de smartphones e permanecer lá por vários anos. Até que uma outra empresa mostrou que também era capaz de se adaptar a diferentes momentos.

Samsung: o poder da variedade

Não é raro encontrarmos pessoas que julgam que a Apple é uma empresa elitista. Isso se dá, principalmente, pelos preços que são cobrados por cada um dos aparelhos vendidos por ela. Mas será que isso é verdade? Pois a Samsung possui aparelhos no mercado que custam os mesmos preços dos da Apple, tendo ainda opções que podem ultrapassar esses valores. A diferença está na variedade.
Além de Apple e Samsung: há espaço para outras fabricantes crescerem?
 (Fonte da imagem: Divulgação/Samsung)
Enquanto a Apple coloca apenas aparelhos de alto desempenho no mercado, a Samsung vai além e mostra que pode trabalhar em diversas faixas de preço. Há smartphones que custam menos de R$ 400 e há alguns que passam dos R$ 2.000. Há tablets com preços diferentes e isso se aplica também a quase todos os mercados em que a empresa coreana atua.
Com isso, a Samsung chegou a números impressionantes no ano de 2013. Como mostra o Daily Mail, se analisarmos os smartphones (somando os aparelhos básicos, intermediários e também os tops de linha), ela chegou ao total de 30,4% dos consumidores — contra 13,1% da Apple.

Consolidação total

Tendo capital suficiente para arriscar, a empresa coreana conseguiu chegar aos consumidores de todas as faixas de poder aquisitivo. Ao mesmo tempo, a norte-americana criou uma base de fãs muito bem consolidada. Pode-se dizer que nos últimos anos elas se enfrentaram em um patamar a que outras fabricantes ainda não conseguem chegar. E isso só tende a aumentar. Não é exagero dizer que as duas praticamente fecharam os olhos dos consumidores para outras marcas.

Mas quem corre por fora?

Você já está cansado de saber que Apple e Samsung são as principais empresas fabricantes de smartphones do mundo. Mas quais seriam as outras fabricantes que merecem atenção? Aliás, será que elas existem? Sim, existem. Depois de perder o mercado de celulares para as concorrentes, a Nokia volta a crescer nessa área, sendo impulsionada pela boa aceitação do Windows Phone — principalmente por criar um ecossistema entre computadores e portáteis.
Não somente a Nokia merece atenção, mas também várias outras que investem no mercado Android — o mesmo que vê 63% de seus aparelhos sendo fabricados pela Samsung. Um estudo do Localytics mostra que todas as outras fabricantes de relevância aparecem com porcentagens semelhantes no cenário internacional.
Além de Apple e Samsung: há espaço para outras fabricantes crescerem?LG G2: para muitos o melhor da categoria (Fonte da imagem: Divulgação/LG)
Em novembro de 2013, a segunda colocação do segmento de portáteis com Android estava nas mãos da HTC (6,5%) — que é responsável por um dos aparelhos mais elogiados de todos os tempos, o HTC One. Em seguida aparece a LG (5,9%), que mesmo com o LG G2 — considerado o smartphone do ano por várias publicações internacionais — está tendo vendas inferiores ao que era planejado, como mostra o Phandroid.
Outra empresa que pode ser citada é a Sony (5,6%), que ainda não conseguiu emplacar um aparelho no mercado, mesmo mostrando bons resultados com o Z1 em 2013. Por fim, a Motorola (5%) também fica bem atrás da Samsung. A empresa é controlada pela Google e lançou recentemente os dispositivos Moto X e Moto G, com potência e preços atraentes, mas fica longe de ser uma líder no mercado.

Produtos bons, vendas fracas

Todos os aparelhos que acabaram de ser citados são excelentes. Todos conseguiram arrancar elogios em críticas especializadas por todo o mundo, e em muitos momentos eles superaram o Samsung Galaxy S4 e também o iPhone 5S. Mas por que será que eles não conseguem chegar ao topo dos rankings de vendas internacionais? O motivo pode ser muito mais relacionado à psicologia do consumo do que ao produto em si.
Ao longo dos anos, a Samsung e a Apple conseguiram consolidar suas marcas no cenário global, criando uma relação de extrema confiança entre empresas e consumidores. Por essa razão, na grande maioria dos casos estas marcas acabam sendo as primeiras a serem lembradas na hora da aquisição de um novo aparelho.
Além de Apple e Samsung: há espaço para outras fabricantes crescerem?Nokia ainda corre por fora no mercado (Fonte da imagem: Divulgação/Nokia)
Ao confrontar dois aparelhos de iguais capacidades e preço similar, é bem provável que o comprador escolha a marca que já possui mais credibilidade no mercado — antes era a Nokia, hoje é a Samsung. É confortável optar por uma marca que já tenha uma grande base de clientes, assim como é confortável seguir as tendências — arriscar sempre pode causar alguns medos.
Por mais que consumidores leiam opiniões diversas e positivas sobre os aparelhos de outras fabricantes, na hora da compra a “primeira imagem” — aquele primeiro nome que é pensado na hora de escolher um dispositivo — ainda pesa bastante. Com essa consolidação das marcas, fica difícil fazer com que um consumidor mude de ideia. O marketing é um grande aliado quando bem utilizado.

Previsões de um futuro diferente?

Com base no que acabamos de dizer, a Nokia pode voltar a despontar no mercado em alguns anos. Ela possui uma grande base de fãs pelo que fez na época dos “dumbphones”, e com o Windows Phone conseguiu recuperar um pouco do que havia perdido quanto insistiu em investir no Symbian. É difícil que a empresa supere Samsung e Apple, mas é fato que a Nokia ainda respira.
Quanto às outras empresas mencionadas aqui, a previsão é de um futuro não muito diferente do que temos agora. A HTC deve permanecer sendo uma empresa paralela para consumidores exigentes que se preocupam muito mais com desempenho do que com a marca dos aparelhos. Sony ainda não vê nos portáteis o principal mercado em que atua.
Além de Apple e Samsung: há espaço para outras fabricantes crescerem?Será que ainda há para onde crescer? (Fonte da imagem: iStock)
As empresas que mais possuem chances de chegar ao pódio são Motorola e LG. Para que isso aconteça, elas precisam continuar fabricando aparelhos de altíssima qualidade (da mesma forma que fizeram em 2013) e com preços interessantes. Se isso acontecer, é possível que os consumidores passem a ver os smartphones dessas marcas como opções interessantes aos aparelhos das fabricantes mais populares.
De outra forma, a Samsung e a Apple nem ao menos precisariam se dar ao trabalho de inovar em seus aparelhos. Apenas a renovação das linhas poderia mantê-las no topo do mercado. A sorte dos consumidores é que as fabricantes sabem que é preciso mudar. Respondendo ao título do artigo: “Há espaço para outras fabricantes crescerem?” Sim, há! Só que ele está já sendo tomado, principalmente pela Samsung.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/apple/48620-alem-de-apple-e-samsung-ha-espaco-para-outras-fabricantes-crescerem-.htm#ixzz2pBn5sdXd

Ninguém é perfeito: veja 8 produtos fracassados da Apple

Ninguém é perfeito: veja 8 produtos fracassados da Apple
A maçã da Apple costuma representar status para muitas pessoas. Portar um iPhone, um iPad ou qualquer outro produto da marca é motivo de orgulho para os fãs, que idolatram qualquer lançamento da empresa fundada por Steve Jobs.
Mas nem só de acertos vive a Apple. Assim como qualquer outra companhia de grande porte, as falhas fazem parte de um processo de crescimento e servem como aprendizado para amadurecer o futuro. Mas isso não apaga o passado, certo?
Portanto, usamos nossa máquina do tempo para fazer uma retrospectiva e mostrar alguns produtos bastante curiosos da Apple que não exatamente deram certo. Por mais que eles tenham trazido propostas interessantes e alinhadas com o mercado em suas respectivas épocas, o adjetivo “bizarro” falou mais alto e deixou essas ideias enterradas na história. Vamos desenterrar um pouco disso?

1. Mouses bonitos e diferentes, porém bizarros

É preciso reconhecer que os mouses da Apple sempre se esforçaram ao máximo para oferecer uma anatomia diferente aos usuários ao mesmo tempo em que traziam um design arrojado.
Ninguém é perfeito: veja 8 produtos fracassados da Apple
Mas será que ser tão “excêntrico” assim é ser funcional? Não exatamente. Na atualidade, os mouses da Apple são ótimos, mas eles já foram parecidos com uma rosquinha do Dunkin’ Donuts, um retângulo insosso e um “ovo” aumentado.
Consagrados pelo aspecto sóbrio e objetivo, esses mouses são muito queridos entre os fãs da marca, mas cá entre nós: eles não são “universais” e podem gerar estranheza a um usuário qualquer.

2. O Newton que não foi gênio

O Newton da Apple não foi lá um fracasso, tanto que durou de 1987 a 1998, mas a ideia poderia ter vingado de outra forma em vez de morrer na praia.
Uma espécie de ancestral remoto do iPad, o Newton foi apresentado pela Apple como um assistente pessoal digital (PDA) e deveria ajudar o usuário a organizar, armazenar e consultar informações que precisasse ter sempre à mão. A companhia gastou a bagatela de US$ 100 milhões no desenvolvimento e no lançamento do produto, que foi um fracasso comercial.
Ninguém é perfeito: veja 8 produtos fracassados da Apple
O aparelho era grandalhão e meio desajeitado, dependendo de um sistema precário de reconhecimento de escrita. A carga das baterias durava pouco e não havia um número significativo de aplicativos que pudessem ser instalados nele. São erros que a Apple só corrigiria em 2007 ao lançar o bem-sucedido iPhone, que cumpriu e superou o que o Newton havia prometido duas décadas antes.

3. O QuickTake: será que foi uma boa ideia tentar entrar no ramo de câmeras digitais, Apple?

Está certo que o mercado de câmeras digitais não era tão desenvolvido na época em que a máquina QuickTake foi lançada, em 1994, mas será que ela precisava custar “meros” US$ 749? E isso por uma resolução de 640x480!
Ninguém é perfeito: veja 8 produtos fracassados da Apple
A estética da máquina até que não era enfadonha e entregava um formato bastante tradicional, mas convenhamos: seria difícil se destacar num mercado dominado por Kodak e Fuji.
No quesito compatibilidade, a QuickTake também saiu atrás: ela funcionava apenas em Macs. Por essas e outras, a ideia da Apple não vingou.

4. Pippin, o video game que veio para não ficar

Esse patinho feio dos anos 90 é uma framboesa bem conhecida entre os gamers. A Apple nunca pretendeu lançar o Pippin por conta própria. Em vez disso, destinou a licenciar a tecnologia para terceiros. A Bandai estava analisando sua entrada no mercado de video games e escolheu o Pippin como plataforma. Só que uma inexperiente Apple – no ramo de video games, é claro – estava conduzindo todo o processo financeiramente.
Ninguém é perfeito: veja 8 produtos fracassados da Apple
O mercado era dominado por consoles como Sega Saturn, PlayStation, Nintendo 64 e PC. Além disso, poucos jogos foram lançados para a plataforma do Pippin, sendo que a única publisher importante de jogos foi a própria Bandai.
Outro fator que pesou contra a Apple foi o vaidoso preço de US$ 599 que ela cobrava pelo Pippin no lançamento. O resultado não poderia ser menos desastroso: foram fabricados aproximadamente 100 mil Pippins, dos quais apenas  42 mil unidades foram comercializadas em escala mundial.

5. Macintosh TV: computador e TV precários

O Macintosh TV é uma espécie de precursor do Apple TV de hoje. E será que foi uma boa ideia da empresa de Steve Jobs? Longe disso.
Buscando aliar computador e televisão num mesmo aparelho, o Macintosh TV pecou em aspectos técnicos amadores. Era possível trabalhar e assistir à televisão numa janela separada? Não. Eram duas tarefas independentes num mesmo produto, que não conseguiu acertar na combinação.
Ninguém é perfeito: veja 8 produtos fracassados da Apple
Capturas em alta resolução? Pode esquecer. A resolução máxima do Macintosh TV era VGA. E sabe qual era o “precinho” que a Apple cobrava pelo produto “de ponta”? Cerca de US$ 2 mil. Acho que nem é preciso descrever mais o porquê do fracasso do Macintosh TV.

6. Power Mac G4 Cube, a máquina de lavar roupas, quer dizer, CPU gigante

Como hoje o quesito design é importantíssimo no momento de decidir uma compra, o extinto G4 Cube, da Apple, talvez fizesse algum sucesso em função de sua estética robusta e quadradona. Qualquer eletrônico atual não deixa de ser também um objeto de decoração – mas ele precisa trazer funcionalidades atraentes também.
O G4 Cube era mais limitado que o Power Mac G4, que também fazia parte do catálogo da Apple, e custava US$ 200 a mais.
Ninguém é perfeito: veja 8 produtos fracassados da Apple
Os interessados eram obrigados a comprar um monitor separado para a utilização do G4 Cube.  Como o computador chegou ao mercado num momento em que a indústria de hardware começou a avançar na velocidade da luz, acabou ficando obsoleto rapidamente.
Não demorou, portanto, para que os usuários começassem a enxergar o G4 Cube como um objeto fraco e caro pelo que ele oferecia. O entusiasmo esfriou, e a Apple descontinuou a fabricação do produto apenas um ano após seu lançamento.
Talvez uma máquina de lavar roupas, que é o aspecto que o G4 Cube tem, desse mais certo.

7. Aniversário de 20 anos! E que presente de mau gosto...

No final da década de 1990, a Apple lançou, para celebrar seus 20 anos de existência, uma versão comemorativa do Macintosh com design diferenciado. Mas o mau gosto no design e o onerado valor de US$ 9 mil pelo produto assustaram até mesmo os mais devotos fãs da empresa de Steve Jobs.
Ninguém é perfeito: veja 8 produtos fracassados da Apple
Trata-se de um pequeno micro com tela de 12 polegadas e configuração bastante comum para a época, inclusive a resolução de 800x600. Se por um lado o design se mostrou arrojado, por outro as funcionalidades não responderam à altura. Com cerca de US$ 2 mil, era possível adquirir um computador muito melhor nos EUA.
A Apple chegou a reduzir o preço logo após o lançamento e persistiu no produto por um tempo, mas a falta de interesse do público fez com que o computador especial dos 20 anos de existência da marca morresse rapidamente. Estima-se que apenas 12 mil unidades do micro foram vendidas em cinco países.

8. Macintosh Portable – o “Pense Bem” que pensou mal

Alguém aí se lembra do jurássico “Pense Bem”, computador educativo de perguntas e respostas? Bem, o Macintosh Portable nada tinha a ver com ele, a não ser pelo visual, sutilmente parecido. Só que o projeto foi uma má ideia da Apple.
Ninguém é perfeito: veja 8 produtos fracassados da Apple
A começar pelo preço: US$ 12 mil! E isso em 1989. As falhas técnicas em hardware comprometeram o Macintosh Portable antes da hora. As baterias, por exemplo, não podiam descarregar totalmente. Se isso acontecesse, elas eram danificadas e poderiam ser prejudiciais ao funcionamento do produto. Ou seja: o usuário tinha de ficar eternamente preocupado com a carga delas. Triste, não?
Para piorar, o Macintosh Portable não podia ser usado enquanto estivesse sendo recarregado na tomada. A cereja no bolo fica por conta do peso: 7,2 kg por uma bomba dessa! O aparelho, além de tudo, era lento e não responsivo.
Recordar é viver! E você, se lembra de algum produto obscuro da Apple que não foi listado aqui?


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/apple/47897-ninguem-e-perfeito-veja-8-produtos-fracassados-da-apple.htm#ixzz2pBkjnlSm

Anti vírus

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  5. Emsisoft – 99,4% de eficácia
  6. McAfee – 99,3% de eficácia
  7. eScan – 99,3% de eficácia
  8. Fortinet – 98,9% de eficácia
  9. Avast – 98,9% de eficácia
  10. G DATA – 98,7% de eficácia
  11. ESET – 98,6% de eficácia
  12. BullGuard – 97,9% de eficácia
  13. AVIRA – 97,4% de eficácia
  14. Panda – 97,4% de eficácia
  15. AVG – 96,3% de eficácia
  16. Vipre – 96,2% de eficácia
  17. Sophos – 96,1% de eficácia
  18. Microsoft Securitiy – 92,5% de eficácia
  19. AhnLab – 90% de eficácia


Leia mais em:http://www.tecmundo.com.br/antivirus/42517-quais-os-melhores-antivirus-do-primeiro-semestre-de-2013-.htm#ixzz2pBjMOeCH

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